Características dos anfíbios: confira as principais.

Características dos anfíbios: confira as principais.

Os anfíbios são animais surpreendentes em suas características muito peculiares. Saiba neste artigo, todas as características dos anfibios no mundo animal.


Você conhece as características dos anfíbios?

Anfíbio

A classe Amphibia, do grego “amphis”= ambos, e “bios”= vida, é assim denominada pelo fato de que a maioria de seus representantes possuem uma vida dividida em duas fases, uma fase da vida na água e outra na terra. São representados por três ordens, os Anuros, os Urodela e os Gymnophiona e surgiram no período Devoniano.

Representam aproximadamente 6.500 espécies no mundo, das quais alguns exemplos são bem familiares como, sapos, rãs e pererecas, e outros menos familiares, como as salamandras. Muitos exemplares das espécies de anfíbios, como por exemplo os sapos, se alimentam de variedades de insetos, sendo de grande importância ao equilíbrio natural.

Representam, portanto, as formas de vida tanto aquáticas como terrestres, o que exige adaptações, por serem ambientes de características distintas. Então, como é possível os anfíbios viverem em dois ambientes distintos?

Fique aqui, você irá conhecer as principais características dos anfíbios.

Características gerais dos anfíbios

Anfíbios

Os anfíbios abrangem grande variedade de animais, muitos deles podendo ser encontrados em biomas brasileiros, como a floresta Amazônica e Mata Atlântica. Falaremos a seguir, sobre muitas de suas características, assim como, a importância desses animais no equilíbrio natural dos ecossistemas.

Origem evolutiva

Há 400 milhões de anos, os peixes ocupavam os ambientes aquáticos. Os anfíbios compõem o primeiro grupo de vertebrados a ocupar o ambiente terrestre. Evidências paleontológicas sugerem que fatores como a instabilidade do clima possam ter provocado ressecamento de pequenos cursos d’ água e redução do oxigênio nos lagos, resultando na adaptação desses animais ao ambiente terrestre.

Outro fator, seria a presença de grandes peixes carnívoros, como predadores para outros peixes, forçando a saída destes a procura de novos ambientes.

A verdade é que não se sabe ao certo o motivo real da saída de alguns animais ao ambiente terrestre. Esqueletos fossilizados de animais extintos no período Devoniano, como o "Tiktaalik roseae" (peixe sarcopterígeo), podem servir como indício dessa transição da vida aquática.

Diversidade

Os anfíbios estão presentes em regiões temperadas úmidas, mas principalmente nas regiões tropicais. São encontrados na água doce, ou em lugares úmidos do ambiente terrestre. Não se encontram anfíbios no mar.

Podemos encontrar distribuídos nas regiões tropicais e temperadas de todo o mundo, como os anfíbios da ordem Anuros (sapos, rãs e pererecas), também no hemisfério norte e zonas tropicais das Américas Central e Sul, encontramos o grupo Urodela (caudata), como as salamandras, e o grupo de anfíbios pertencentes à ordem Gymnophiona (ápodes) como as cecílias, são encontradas na América do Sul, África e Ásia

Distribuição geográfica

O Brasil é o país que possui a maior diversidade de anfíbios do planeta. A Sociedade Brasileira de Herpetologia, é responsável em realizar o levantamento de espécies de anfíbios e répteis no Brasil.

Em 2004, foram anunciados 751 espécies de anfíbios brasileiros, sendo a ordem Anura, (sapos, pererecas e rãs) considerada a mais diversificada no mundo, e o bioma da floresta Amazônica sendo o possuidor do maior número de espécies de anuros (sapos e rãs) do mundo.

A característica do ciclo de vida em duas fases dos anfíbios, sugere que esses animais sejam mais vulneráveis às degradações ambientais, afetando a diversidade dessas espécies.

Importância ecológica

Por serem sensíveis às alterações do ambiente, os anfíbios, em especial, os anuros (sapos, rãs e pererecas), estão sendo utilizados pelos pesquisadores, como bioindicadores das condições do ambiente e da população humana local.

Muitos deles vivem em qualquer fragmento de vegetação, sendo fácil encontrá-los em áreas urbanas, onde há pequenas regiões alagadiças. Estudos de biomonitoramento ambiental, vem sendo realizados, utilizando o sapo "Leptodactylus petersii", como bioindicador de poluição possível de ser observada através de lesões cutâneas.

Ameaças de extinção

Atualmente, a transformação dos ecossistemas onde se encontram muitos dos habitats dos anfíbios vêm sofrendo degradação, como é o caso das florestas que são transformadas em campos agrícolas e pastagens.

Esse processo resulta na fragmentação desses ambientes, ou até mesmo, em sua eliminação, resultando na perda da riqueza da diversidade dos anfíbios. Outros fatores como predação, competição e contaminação da água, influenciam na dinâmica da população dos anfíbios, principalmente os anuros como os sapos e rãs, presentes nos ecossistemas brasileiros.

Características físicas dos anfíbios

Anfíbio

Os anfíbios abrangem três grandes grupos de animais a saber: Urodela, Anura e Gymnophiona. Estas ordens, possuem diferentes representantes, sapos, rãs, pererecas, salamandras e cecílias (cobras-cegas), com diferentes características, que serão apresentadas a seguir.

Pele

A pele dos anfíbios é formada por duas camadas de tecidos: a epiderme e a derme. É uma pele fina e úmida, e por onde se realiza a respiração cutânea.

Na epiderme encontramos células da superfície que secretam a proteína queratina, a qual é resistente e impermeável, protegendo contra a perda de água. As células mais internas dessa epiderme, produzem glândulas mucosas com secreção, que mantêm a pele umedecida e glândulas serosas, as quais produzem as toxinas dos anfíbios.

A derme é formada por tecido conjuntivo, sendo frouxamente ligada à musculatura. Pode apresentar células pigmentares ou cromatóforos, responsáveis pela coloração dos anfíbios.

Esqueleto

Nos anfíbios, como em outros vertebrados, o esqueleto tem como função o apoio para a inserção muscular e proteção para o sistema nervoso e as vísceras. O crânio dos anfíbios tem o perfil achatado e dotado de orifícios nas órbitas e narinas. As maxilas podem possuir pequenos dentes.

Nos sapos, a coluna vertebral é curta e rígida, e seus membros posteriores bem desenvolvidos, favorecendo o modo de locomoção saltador, típico desses animais. Em salamandras e cecílias (cobras-cegas), a coluna vertebral é mais alongada e flexível.

Extremidades

As extremidades são formadas por quatro pernas e os pés, geralmente com membranas, sem unhas ou garras verdadeiras. Seus pés anteriores possuem 3 a 5 dígitos com a função de se locomoverem os habilitando a andar, nadar ou saltar.

O modo de locomoção saltador, observado em sapos e rãs, por exemplo, é considerado uma evolução desses animais para escapar de seus predadores. Alguns anfíbios não possuem patas, sendo esses, pertencentes à ordem dos Ápodes, como as cecílias, popularmente conhecidas como cobras-cegas.

Coração

Os anfíbios, vertebrados tetrápodes, possuem o coração com três cavidades: dois átrios (átrio esquerdo e átrio direito), e um ventrículo, apresentando circulação dupla, ou seja, pulmonar e sistêmica. O coração dos anfíbios, possui cristas musculares na parede interna do ventrículo, que direcionam o sangue venoso e o arterial, proporcionando boa separação destes dois tipos de sangue do sistema circulatório.

Boca

Em geral, a boca é grande e com dentes poucos desenvolvidos, que não são usados para mastigar as presas mas impedem que estas escapem da boca. É bem vascularizada e também participa da respiração cutânea, por meio de trocas gasosas.

A língua se encontra fixada à parte anterior da boca, a qual possui glândulas produtoras de substâncias viscosas, com a função de prender suas presas. Os anfíbios projetam a língua em direção à sua presa, sendo em seguida recolhida, e a presa é engolida inteira.

Colorações

Muitos de nós já vimos alguns sapos ou rãzinhas com cores diferentes. A coloração em anfíbios é observada nas espécies da ordem anuros, representados por sapos e rãs. Estes, apresentam uma variedade de padrões de coloração corporal e a ocorrência de polimorfismo é frequente nesses anfíbios, influenciando na relação presa e predador.

Outros, como por exemplo, os sapos-veneno-de-flecha da família Dendrobatidae, possuem cores brilhantes e se locomovem na superfície do solo durante o dia.

Venenos

Existe uma grande diversidade de substâncias farmacologicamente conhecidas como alcalóides cutâneos, encontradas na pele dos anfíbios, que podem produzir sensações desagradáveis ao predador quando morde um anfíbio. Alguns mitos envolvem os anfíbios ao falarmos de substâncias venenosas. É o caso do sapo, que espirra o veneno mirando suas vítimas, o que não é verdade!

O que ocorre, é que os sapos possuem um par de glândulas localizadas posteriormente aos olhos, que podem se romper quando pressionadas, liberando uma substância viscosa e esbranquiçada. Este líquido possui substâncias tóxicas, e provoca irritações em contato com os olhos e complicações em casos de ingestão, tanto para humanos como para animais.

Características fisiológicas dos anfíbios

Anfíbio

Agora que você já conhece muitas características físicas e abordagens diferentes sobre os anfíbios, vamos nos aprofundar ainda mais nesse conteúdo, vendo a seguir as características fisiológicas dos anfíbios:

Sistema respiratório

Apesar dos anfíbios ainda dependerem da água, principalmente para a reprodução, não possuem brânquias. Seu sistema respiratório é constituído basicamente de pulmões, boca e pele, correspondendo as duas últimas à respiração cutânea.

Os pulmões dos anfíbios apresentam poucas divisões internas. A respiração pulmonar se realiza por um mecanismo de bombeamento à pressão. Os sapos enchem o papo de ar, fecham as narinas e forçam o ar para dentro, forçando o assoalho da boca abrir para o ar entrar e inflar os pulmões.

A expiração ocorre com o esvaziamento desses órgãos. Na respiração cutânea, participam a boca e a pele, as quais são bem vascularizadas, constituindo superfícies de trocas gasosas, sendo a pele permeável, o que acarreta perda de água. Isto mostra a necessidade dos sapos estarem próximos a algum ecossistema aquático.

Sistema reprodutor

Nas espécies de anfíbios que são totalmente terrestres, a fecundação é interna e não há metamorfose. E nos anfíbios anuros, como os sapos e rãs, a fecundação é externa e a comunicação sonora dos machos atrai as fêmeas.

A reprodução é o momento em que os anfíbios mais dependem da água. Eles retornam ao ambiente aquático, onde machos e fêmeas se unem, eliminando juntos os óvulos (fêmeas) e os espermatozóides (machos) na água, ocorrendo, assim, a fecundação externa.

A partir daí, os ovos fecundados são envoltos por uma membrana gelatinosa e após cerca de 84 horas, o embrião se transforma em larva, denominada girino, que eclode e inicia sua metamorfose.

Sistema nervoso

Os anfíbios possuem encéfalo e medula espinhal. Utilizam a visão para localizar alimentos, e suas glândulas lacrimais e pálpebras móveis ajudam a manter a superfície do olho limpa e protegida. Os sentidos do tato, olfato e paladar são bem desenvolvidos.

Sistema digestivo

O sistema digestivo dos anfíbios se inicia pela boca, língua e dentes, os quais são pequenos e não servem para mastigar o alimento, mas sim para impedir que as presas escapem da boca.

A língua produz substância viscosa para prender e lubrificar a presa que em seguida será engolida. Os anfíbios projetam a língua em direção à sua presa rapidamente, sendo, essa, engolida inteira. A digestão é processada no estômago e intestino.

Sistema excretor

Os anfíbios fazem xixi? Sim, os adultos possuem um par de rins que filtram o sangue e produzem uma urina rica em uréia, e os girinos excretam amônia. Os anfíbios possuem cloaca.

Os rins localizam-se dorsalmente, e uma curiosidade desse sistema no caso da rã, é que quando está dentro da água, ela libera o excesso de água pela pele permeável. A excreção dos anfíbios, é atualmente, um tema bastante discutido por pesquisadores.

Sistema circulatório

Os anfíbios apresentam circulação dupla, constituída pelo sistema pulmonar e sistêmico.
Na circulação pulmonar , denominada pequena circulação, o sangue sai venoso (pobre em oxigênio) do coração pelas artérias pulmonares e vai para os pulmões, onde é oxigenado e retorna ao coração, pelas veias pulmonares.

Na circulação sistêmica, denominada grande circulação, o sangue oxigenado, sai do coração pela artéria aorta, sendo distribuído para todo o corpo, retornando ao coração pelas veias cavas. Apesar de possuírem só um ventrículo, ele impede que o sangue vindo do corpo, se misture ao sangue que vem dos pulmões.

Outras características dos anfíbios

Anfíbio

Além de todas as características vistas até aqui, os anfíbios são animais com muitas peculiaridades. Veremos algumas, a seguir:

Alimentação

Os anfíbios são animais predadores, variando o tipo de presa e modo de captura, nas diferentes espécies. As formas larvais dos anfíbios, geralmente são herbívoras e se alimentam de pequenos vegetais suspensos na água; e as formas adultas, em geral, são carnívoras. Os adultos se alimentam de insetos, minhocas e pequenos vertebrados.

Metamorfose

A metamorfose é a transformação da larva para a fase adulta. Nos anfíbios, como por exemplo, os sapos, ocorre a metamorfose. Após alguns dias, o girino é liberado da cápsula gelatinosa e inicia sua transformação. O girino recém-eclodido vive preso à vegetação aquática por meio de discos adesivos localizados na região anterior do corpo.

O girino possui calda e brânquias e se alimenta de plantas e algas. Durante a metamorfose, surgem primeiro os membros posteriores e em seguida os anteriores. A calda e as brânquias são reabsorvidas, e desenvolvem os pulmões. É nesse momento que o anfíbio se torna um adulto. A metamorfose envolve também a transformação da boca e tubo digestivo para se adaptar aos hábitos carnívoros dos adultos.

Locomoção

Uma peculiaridade da locomoção dos anfíbios é a presença de patas e caldas em alguns representantes. Existem anfíbios que se locomovem por saltos, como os sapos, rãs e pererecas, outros que andam, como as salamandras e os tritões, e outros como as cecílias, com locomoção semelhante ao movimento das cobras.

Os sapos, rãs e pererecas possuem uma locomoção muito diferente da maioria dos animais. Com o corpo adaptado para saltar, seus membros posteriores são mais alongados que os anteriores e empregados para impulsionar o animal. Esse tipo de locomoção é considerado uma forma de evolução desses animais, como fuga de seus predadores terrestres.

Classificação e exemplos de anfíbios

Anfíbio

Os anfíbios pertencem ao Filo Chordata e classe Amphibia, distribuídos em três ordens, as quais se caracterizam pela presença de cauda e patas. Veremos a seguir as três ordens pertencentes a essa classe:

Ordem Urodela:

Salamandra

Esta ordem se caracteriza pela presença de cauda (oura=cauda), também conhecidos como “caudados”. Representado por anfíbios de corpo alongado, com quatro patas usados para locomoção.

Seus melhores exemplares são as salamandras, como por exemplo, a espécie brasileira Bolitoglossa altamazonica. Em geral, medem menos de 15 cm de comprimento, a maioria terrestre e carnívoros, com algumas espécies com pernas rudimentares ou ausentes. A reprodução geralmente por fecundação interna.

Ordem Anura

Anfíbio

É a ordem mais diversificada dos anfíbios com 3,5 mil espécies descritas. Está representada por anfíbios sem cauda (a=sem; oura=cauda), como os sapos, rãs e pererecas, caracterizados pela ausência de calda e locomoção saltador.

Os sapos possuem o corpo mais robustos, enquanto que as rãs possuem os membros posteriores mais longos, e as pererecas possuem discos adesivos nas extremidades dos dedos, como se fossem bolinhas. Alguns exemplos como o conhecido sapinho dourado da mata atlântica, "Brachycephalus didactyla", que mede menos de 1 cm na fase adulta.

Ordem Gymnophiona

Cobra-cega

São ápodes, ou seja, desprovidos de pernas, e com o corpo longo, vermiforme. Vivem em ambientes aquáticos ou em túneis no solo. Representados pelas cecílias, popularmente conhecidas como cobras-cegas. Sua fecundação é interna e depositam ovos e suas larvas possuem brânquias e sofrem metamorfose.

As verdadeiras características e os mitos que envolvem os anfíbios

Anfíbio

Agora você já sabe que os anfíbios não miram a presa e espirram veneno. Isto é mito! Os anfíbios, possuem características de defesa contra seus predadores, e que as substâncias produzidas por eles fazem parte da relação presa/predador.

Como visto aqui, a grande variedade de anfíbios, principalmente da ordem Anuro, como os sapos, rãs e pererecas, se encontram no Brasil. Sua característica de vida dividida em fases, vivendo em ambientes distintos, como os ecossistemas aquáticos de água doce e o terrestre, o torna mais suscetível à ação antropogênica.

Isso nos mostra que, "beijar o sapo" não o faz virar príncipe, mas nos faz refletir sobre a grande importância da conservação desse grupo de animais, para a manutenção do equilíbrio natural nos biomas brasileiros e de todo o mundo.

Autor deste artigo

Sou bióloga, professora conteudista e redatora, doutora em Microbiologia Ambiental pela USP e UFSCAR São Carlos - SP. Por muitos anos como professora universitária, sou uma apaixonada pela escrita e pelo estudo da vida em geral, mas tenho um amor especial por animais.

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